Seleção Oficial Curt’Arruda 2020


16 e 17 de outubro,  21h30


A VENDEDORA DE LÍRIOS – Igor Galuk, Argentina, 2019, fic, 18’ | 16 de outubro, sex, 21h30

Jacinta e a sua neta Indira não migrantes bolivianas. Durante a primavera trabalham, apanhando flores à beira rio que depois vendem no cemitério em Magdalena. As suas tarefas diárias são dificultadas por problemas que ainda existem na Argentina em relação às culturais ancestrais da América Latina.

LÁ FORA AS LARANJAS ESTÃO A NASCER– Nevena Desivojevic, Sérvia, Portugal, 2019, doc., 20’ | 16 de outubro, sex, 21h30

No meio das montanhas, um homem vive só numa aldeia defunta. Errando pela natureza enevoada, vagueando entre as paredes do seu escuro lar, ele aguenta a sua condição humana que o condena a servir o mundo que ele abandonou.

O RAPAZ E A CORUJA –Mário Gajo de Carvalho, Portugal, 2018, ani, 12’| 16 de outubro, sex, 121h30

Um jovem rapaz vive a vida de forma mágica, como um sonho, rodeado pela atmosfera pitoresca da sua aldeia. Uma fábula sobre o amor e sobre o acto de o deixar ir.

PATCHWORK – Maria Manero Muro, Espanha, ani, 8’ | 16 de outubro, sex, 21h30

Patchwork é a história de Loly, uma mulher de 60 anos que precisa de um transplante de fígado. A história é contada pelo doador(a) que lhe cedeu o fígado. Quantos órgãos são precisos substituir para deixarmos de ser nós próprios e tornarmo-nos noutra pessoa?

O GRANDE ATELIER – Jeanne Traon Loiseleux, França, 2020, doc, 10’ | 17 de outubro, sáb, 21h30

Todos os verões, o pintor Alexandre Hollan recebe alguns jovens pintores em sua casa no sul de França. Juntos, partilham a mesma abordagem: sair do atelier para confrontar a paisagem, procurando testá-la.

ELO – Alexandra Ramires (Xá), Portugal, França, 2020, ani, 11’ | 17 de outubro, sáb, 18h30

Durante um dia anoitecido, dois personagens procuram adaptar-se.

NOITE PERPÉTUA– Pedro Peralta, Portugal, França, 2020, fic, 17’ | 17 de outubro, sáb, 21h30

Castuera, Espanha, Abril de 1939. Durante a noite dois Guardas Falangistas surgem à porta da casa onde Paz se encontra refugiada com a família. Solicitam a sua presença na esquadra. Paz compreende imediatamente a fatalidade desta visita nocturna. Ao ver-se injustamente condenada, sem possibilidade de fuga, pede para amamentar, por uma última vez, a sua filha recém nascida.

ACIMA DOS 592 METROS– Maddi Barber, Espanha, 2018, doc, 25’ | 17 de outubro, sáb, 21h30

Nas encostas dos Pirenéus de Navarra, a construção da barragem de Itoiz na década de 1990, inundou sete aldeias e três reservas naturais. Uma faixa de terra, 592 metros acima do nível do mar, marca hoje a linha divisória da paisagem do vale.  Abaixo desse nível, a água; acima dela, a vida continua.

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