Mostra Curt’Arruda 2015


2 de outubro, 16h30 e 18h30

COME BACK – Joana Ramos, França, 2015, doc. 9’ 2 outubro, sex. 16h30

Nascida e crescida em Pequim, Bijia viajou para Tawain, onde estudou e trabalhou. De seguida, mudou-se de novo, para Paris, e continuou os seus estudos.

A vontade de voltar ao seu país foi-se distanciando, acabando por se desvanecer. Bijia conta-nos a sua dificuldade de voltar a casa. O medo de voltar a ver a sua família e amigos, preferindo, mesmo por vezes desamparada, isolar-se numa outra cidade desconhecida.

DA MEIA-NOITE PRÓ DIA – Vanessa Duarte, Portugal, 2014, doc. 23’ 2 outubro, sex., 16h30

Um olhar sobre as experiências sensoriais, memória coletiva e sentido de identidade dos trabalhadores fabris da Covilhã, estabelecendo a relação com os espaços abandonados e degradados das fábricas que um dia simbolizaram a prosperidade da sua terra.

ESPINHELA CAÍDA – Felipe Chimicatti e Pedro Carvalho, Brasil, 2013, doc. 25’ 2 outubro, sex., 18h30

O documentário aborda a vida e a memória de quatro personagens do interior de Minas Gerais que se relacionam de algum forma com o tormento popular conhecido como Espinhela Caída. De acordo com a literatura oral, a doença afeta todos aqueles que vivenciam situações traumáticas. Após um susto, um osso localizado na altura do esterno curva-se para dentro, provocando fortes dores na boca do estômago além do aparecimento de pesadelos noturnos. Benzedores e benzedoras ficam responsáveis pela erradicação do tormento. De acordo com a tradição, caso não seja tratada a tempo, a espinhela caída pode levar à morte.

MARTA – Bernardo Gomes de Almeida, Portugal, 2015, fic. 7’ 2 outubro, sex., 16h30

Marta chega a casa depois do funeral da mãe. Após ter dedicado os últimos anos da sua vida a cuidar dela, chega a hora de aprender a viver com esse vazio. Pela primeira vez poderá pensar no seu futuro, mas uma visita inesperada irá obrigá-la a viajar até aos lugares mais duros da sua memória.

NEGRO CARVÃO – Tânia Prates, Portugal, 2014, doc. 9’ 2 outubro, sex., 16h30

Durante 9 minutos pretendo dar uma visão de um dos métodos usados para produzir carvão vegetal no nosso País, sendo este o que mais se aproxima dos métodos seculares que ainda se man- tinham em grande actividade algumas décadas atrás. Esta minha digressão ao mundo do carvão passa pelo corte das árvores que lhe dão origem e vai até à venda do produto no local de produção.

THIS FEELS LIKE HOME – Rui Gaspar Portugal, 2014, exp. 3’ 2 outubro, sex., 18h30

Exercício experimental sobre a relação entre o Homem e a Natureza.

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