Júri 2020


Maria João Luís

Iniciou a sua atividade como atriz em 1985 no grupo de Teatro A Barraca em Um dia na Capital do Império, Um Homem é um Homem, Fernão Mentes?, O Diabinho da Mão Furada e O Baile encenações de Helder Costa. Trabalhou depois no Teatro da Casa da Comédia, ACARTE, T. da Malaposta, Comuna e TNDM II e com: Filipe La Féria, Rui Mendes, José Peixoto, Stephen Jurgens, João Mota, Cristina Carvalhal e Ana Luísa Guimarães. No Teatro da Cornucópia participou em Antes que a noite venha de Eduarda Dionísio encenação de Adriano Luz, A Comédia de Rubena de Gil Vicente, Tito Andrónico de Shakespeare e Um Homem é um Homem de B. Brecht encenações de Luís Miguel Cintra. Nos Artistas Unidos, Hedda, Doce Pássaro da Juventude e A Noite da Iguana de Tennessee Williams e o monólogo Stabat Mater de António Tarantino com encenação de Jorge Silva Melo, peça Prémio da Crítica 2006 da Ass. dos Críticos de Teatro e a nomeação para um globo de ouro. Interpretou várias peças de teatro na televisão com direção de Ferrão Katzenstein, Artur Ramos, Cecilia Neto e Luís Filipe Costa. Recebeu, em 2003, o Prémio de Melhor Atriz no Festival de Curtas-metragens de Badajoz, com o filme Crónica Feminina, de Gonçalo C. Luz. Participou, no cinema, em filmes de Sérgio Godinho, Fernando Matos Silva, Teresa Villaverde, Beatrice Chantal, João Botelho, Elsa Bruxelas, Jorge Marecos, Paulo Rebelo, Jorge Cramez, José Nascimento, Jorge Silva Melo e Luís Filipe Rocha. Funda em 2009, com Pedro Domingos, o Teatro da Terra onde assume a Direção Artística e encena: A Casa de Bernarda Alba de Federico Garcia Lorca; Cal de José Luís Peixoto; A Maluquinha de Arroios de André Brun; A Lua de Maria Sem de João Monge; O Marido Vai à Caça de Georges Feydeau; O Ciclista a partir de Karl Valentin; Chão de Água de João Monge; Reveillon de vários autores; Ninguém se Ouve, Ninguém se Vê, a partir de A Gaivota de Anton Tchékhov; Amarrada à tua mão de José Fialho Gouveia; A Abetarda de João Monge; Na Solidão dos Campos de Algodão de Bernard-Marie Koltès; A Menina do Mar de Sophia de Mello Breyner; Um Conto de Natal, de Charles Dickens; O Cravo Espanhol de Romeu Correia; A Ilha, a partir de Samuel Beckett e Maurice Maeterlinck; Finisterra de Carlos de Oliveira, a partir de Carlos de Oliveira; 150 Milhões de Escravos, a partir de Esteiros de Soeiro Pereira Gomes; A Flôr da Honestidade, conto oriental de autor desconhecido; Alice no País das Maravilhas, a partir de Lewis Carroll.

Pedro FlorêncioBW

Pedro Florêncio

Tem 31 anos, é natural de Lisboa e faz do cinema um modo de vida. Para além de realizador, lecciona “História do Cinema” na licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Nova de Lisboa e “Documentário” na ETIC (Escola de Tecnologias Inovação e Criação). Também é investigador no CEC (Centro de Estudos Comparatistas) da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Realizou, em 2011, a curta-metragem “Banana Motherf*ucker”, que recebeu diversos prémios internacionais. Em 2014, realizou “Onde o meu amigo pintou um quadro”, exibido em vários festivais nacionais e internacionais desde então. Em 2017, realizou a média-metragem “À Tarde”, que recebeu o Prémio Especial do Júri na Competição Nacional do DocLisboa 2017. “Turno do Dia” é a sua primeira longa-metragem e estreou no DocLisboa 2018.

Vasco Gargalo

Vasco Gargalo

Nasceu em Vila Franca de Xira em 1977. Cartoonista editorial da Revista SábadoRevista de Domingo (Correio da Manhã), Jornal PúblicoJornal Expresso e Courrier Internacional entre outras publicações nacionais e internacionais.

Cartoonista residente do The Cartoon Movement, membro da Associação Cartooning for Peace e The United Sketches desde 2015.

Participa em exposições e concursos internacionais, recebeu várias distinções, recentemente recebeu o Prémio do Público do Melhor Desenho de Imprensa da Courrier Internacional em Estrasburgo “Plumes Libres pour La Démocratie” em 2019. Foi distinguido noutros concursos internacionais, onde se destacam, Menção Honrosa na categoria de Caricatura no World Press Cartoon em 2018, premiado com o 2º lugar 57ª Internacional Cartoon Festival Knokke-Heist na Bélgica em 2018. Em 2017, foi considerado pelo Cartoon Home Network International como o melhor Cartoonista Europeu, recebeu Sucess Award no 34º Concurso Internacional Aydin Dogan na Turquia, na 19ª edição do PortoCartoon World Festival foi premiado com o 3º lugar na categoria de Caricatura (António Guterres). Em 2016, recebeu uma Citação de Excelência no Concurso Internacional de Cartoons das Nações Unidas – Ranan Lurie Political Cartoon Award. Em 2019, recebeu o Prémio Stuart de Desenho de Imprensa na categoria de Caricatura, El Corte Inglês/ Casa da Imprensa.

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