Júri 2016


António Júlio Duarte

António Júlio Duarte

António Júlio Duarte nasceu em Lisboa em 1965.

Formado em fotografia na AR.CO, em Lisboa, estudou ainda no Royal College of Arts, em Londres e na ULHT/ECATI, Lisboa.

Expõe regularmente em Portugal e no estrangeiro desde 1990. Das suas mais recentes exposições individuais destacam-se: Suspension Of Disbelief no Centro de Artes Visuais, Coimbra, António Júlio Duarte na Galeria Pedro Alfacinha, Lisboa em 2016, Mercúrio, Galeria Zé dos Bois, Lisboa em 2015 e Japão 1997, Centro Cultural Vila Flor, Guima- rães em 2013. Das últimas exposições colectivas em que participou de- stacam-se: Edita: Secuencia / Sentido, Centro Galego de Arte Contem- poránea, Santiago de Compostela, Espanha, 2015 e Le Bal Books Week- end: Live Editing Show, 3e Édition du Festival du Livre de Photographie du Bal, Saison Portugaise, Le Bal, Paris, França, 2014.

É autor de vários livros de fotografia: East West (1995), Peepshow (1999), Lotus (2001), Agosto (2003). Em 2006 foi publicado pela ADIAC o livro António Júlio Duarte, uma recolha de projetos produzidos entre 1990 e 2005. Em 2011 publicou o livro White Noise (ed. Pierre Von Kleist) e o jornal The Candidate (ed. Ghost Editions). Em 2013 Deviation Of The Sun foi editado pelo Centro Cultural Vila Flor e em 2014 publicou Japan Drug (ed. Pierre Von Kleist).
É representado pela Galeria Pedro Alfacinha, Lisboa.

David Santos

Historiador de arte e curador de arte moderna e contemporânea. Doutorado em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. É atualmente Subdiretor-Geral do Património Cultural e Curador-Geral da BF16 (Bienal de Fotografia / V.F. Xira). Foi Diretor do Museu do Neo-Realismo de 2007 a 2013 e Diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado de dezembro de 2013 a julho de 2015. Autor de diversos estudos sobre arte publicados em catálogos e volumes coletivos, publicou ainda “Marcel Duchamp e o readymade – Une Sorte de Rendez-vous” (Assírio & Alvim, 2007) e “A Reinvenção do Real – Curadoria e Arte Contemporânea no Museu do Neo-Realismo”, (Documenta, 2014). Foi distinguido em 2015 com o Prémio (ex aequo) de Crítica e Ensaística de Arte e Arquitetura – AICA/Fundação Carmona e Costa, e ainda com o Prémio APOM de Investigação. Foi também do- cente convidado do ensino superior na Escola da Artes da Universidade Católica Portuguesa (2001-2004, Porto), na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2015), e professor assistente na Escola Su- perior de Design do IADE, entre 1998 e 2009. Foi crítico de arte nos semanários “Já” (1996), “O Independente” (1997-2000), e nas revis- tas “Arte Ibérica” (1997-2000), “Artecapital.net” (2006-2007) e “Arqa – revista de arquitectura e arte” (2000-2013). É mestre em História Política e Social (Universidade Lusófona), pós-graduado em História de Arte e licenciado em História, variante de História de Arte, (ambos pela FCSH da Universidade Nova de Lisboa).

Miguel Oliveira

Licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lis- boa, Miguel Oliveira é editor na SP Televisão desde 2007 e coordenador do departamento de Pós-produção da Procura há 3 anos. Dos projetos que editou para a SP Televisão destacam-se Laços de Sangue (vence- dor de um Emmy em 2011), Liberdade 21, Cidade Despida e Mar Salga- do. Em 2009 montou a curta-metragem “Assim Assim” do realizador Sérgio Graciano e, 2 anos mais tarde, o filme com o mesmo nome que estreou nas salas de cinema nacionais. Antes de dedicar-se à edição de ficção na SP Televisão e para outros produtores independentes, Miguel Oliveira esteve ligado durante 10 anos a inúmeros projetos de entreten- imento das produtoras D&D, Iniozimedia, Fremantle e Endemol.

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