
12 de outubro, 23h30

Venceram um Festival Termómetro, um ZUS! e foram Novos Talentos Fnac. Correram festivais como o NOS ALIVE ou os BONS SONS e “Big Pulse Wave” rodou com insistência por muita rádio.
Decidiram começar do zero para o disco de estreia.
Os ex-companheiros de Débora Umbelino nos Backwater & The Screaming Fantasy passaram de quarteto para trio e com “How Long” e “Ghost” começaram a desenhar uma nova identidade.
Na última digressão SUPERNOVA prepraram-se para um autêntico “Euro Sprint” que os levou a oito países ao longo de três semanas com concertos diários na promoção do seu disco de estreia.
Este lançamento prova o que já tem vindo a escrever sobre os projectos da Omnichord Records: “Se 2016 foi dos First breath After Coma e 2017 de Surma, em 2018 são os Whales que vão ter tudo para surpreender”.
13 de outubro, 23h30

Susana e Diana são cúmplices nas HAĒMA. O duo de electrónica tem mais que uma gaveta onde repousar, traz pela mão a influência do trip-hop, do jazz e da música concreta, procurando sempre um lado orgânico nas suas criações repletas de constelações rítmicas.
HAĒMA é uma palavra coreana para cavalo marinho. Um peixe que é também um cavalo, com traços camaleónicos e bolsa de marsúpio, que evolui lentamente na sua curiosa postura vertical. A música também nasce na água, em tubos de ensaio onde se misturam ondas sonoras.
No ocidente, em grego antigo, αἷμα é sangue, raiz das células portadoras de vida. Haēma, aqui, com esta dupla é busca e experimentação musical desta fusão de sentidos.
Falam-nos em português, contam histórias adocicadas sobre o mar e o amor, vindas de um mundo mítico onde há peixes que voam, mulheres que esperam e astros que param de girar.
Editaram em maio o seu primeiro álbum “Preamar”, com carimbo da Kambas Records, produzido com a colaboração de Fred Ferreira.